Alain-Richard Donwahi é um líder político marfinense, executivo de destaque em governança e sustentabilidade ambiental, com uma sólida trajetória no serviço público e internacional. Ele atua como Presidente da Inspetoria Geral do RHDP e ganhou projeção global como Presidente da COP15 da Convenção da ONU de Combate à Desertificação, liderando coalizões climáticas.
Como ex-Ministro das Águas e Florestas e ex-Ministro da Defesa da Costa do Marfim, implementou políticas estratégicas de segurança, modernização institucional e conservação ambiental. Presidiu também o Conselho Regional de Nawa, impulsionando infraestruturas sustentáveis locais.
Conhecido globalmente, é um renomado DJ, produtor musical e filantropo brasileiro. Alok tem integrado ativamente sua carreira musical e projetos sociais à defesa do meio ambiente. Seus maiores focos incluem o protagonismo indígena, reflorestamento e acesso à água potável. Devido ao seu trabalho de valorização da floresta e dos povos originários, o artista foi eleito pela revista Time como um dos 100 líderes climáticos mais influentes do mundo. Suas principais iniciativas ambientais e climáticas pelo Instituto Alok são: Programa Planeta Verde, Protagonismo Indígena, Projeto Água de Beber e Sustentabilidade em Eventos.
André Corrêa do Lago é um influente diplomata de carreira e economista brasileiro, amplamente reconhecido por sua liderança internacional nas áreas de desenvolvimento sustentável e transição energética. Com mais de quatro décadas no Itamaraty, atuou como Secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente e foi nomeado Presidente da COP30 em Belém, liderando as negociações climáticas globais.
Serviu como embaixador na Índia, no Butão e no Japão. Paralelamente, consolidou prestígio mundial como crítico e curador de arquitetura, sendo um dos raros jurados internacionais do Prêmio Pritzker.
Cantora brasileira que utiliza sua projeção global para defender a preservação da Amazônia, a demarcação de terras indígenas e a ação climática, posicionando-se contra Projetos de Lei que facilitam o desmatamento. Ela também destaca a conexão entre manter a floresta em pé e a segurança hídrica e econômica do agronegócio. Suas principais frentes de atuação: Defesa dos Povos Indígenas, Posicionamento Político Ativo, Eventos Globais.
Bontle Sebata é uma defensora da mudança social sul-africana, líder em sustentabilidade e engajamento juvenil, focada no empoderamento liderado por comunidades. Ela atua como Vice-Curadora e futura Curadora do Johannesburg Hub e é Líder de Sustentabilidade da UPG (Turma de 2024).
Seu trabalho abrange educação ambiental, mentorias e workshops. Bontle também cofundou uma iniciativa de educação infantil acolhedora e criou a YouthMatterz, plataforma que conecta jovens a oportunidades de liderança, capacitação de base e diálogos focados em causar impacto social real.
Cacique Megaron Txucarramãe é uma das lideranças indígenas mais influentes do Brasil na defesa dos povos originários e da Amazônia. Pertencente ao povo Kayapó e sobrinho do Cacique Raoni, formou-se como porta-voz estratégico ao dominar o diálogo com o poder público.
Administrou o Parque Indígena do Xingu e coordenou a Funai, destacando-se pela firmeza na fiscalização contra invasões. Teve papel central na resistência histórica contra a construção da Usina de Belo Monte. Reconhecido internacionalmente, atua na governança climática e na demarcação de territórios ancestrais.
Carlos A. Nobre é um influente cientista de sistemas terrestres, graduado pelo ITA e doutor pelo MIT. Atuou por mais de 30 anos no INPE, onde fundou o Centro de Ciência do Sistema Terrestre, e presidiu a CAPES. Na gestão pública, foi Secretário do MCTI e criou o CEMADEN.
Referência global em clima, liderou o Experimento LBA na Amazônia e possui mais de 250 publicações. É membro da Academia Brasileira de Ciências, da Royal Society e da Academia de Ciências dos EUA. Atualmente, ocupa a Cátedra do IEA-USP, copreside o Painel Científico para a Amazônia e integra o Conselho do Vaticano.
Diego Scotti é diretor do conselho da Global Citizen e lidera negócios de marcas globais de consumo e tecnologia. Como VP Executivo do PayPal, supervisionou o Venmo e triplicou sua receita. Foi CMO da Verizon por uma década, arquitetando o posicionamento do 5G, e atuou na J.Crew e por 15 anos na American Express, onde revitalizou a marca. Defensor do acesso à tecnologia, fundou a bolsa ADFELLOWS e presidiu o conselho do Ad Council. Reconhecido no Hall da Fama de CMOs da Forbes, figurou repetidamente entre os líderes de marketing mais inovadores e influentes do mundo.
Luiz Henrique Eloy Amado, conhecido como Eloy Terena, é indígena do povo Terena, advogado, antropólogo e atual Ministro dos Povos Indígenas do Brasil. Doutor em Antropologia Social pelo Museu Nacional da UFRJ e em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFF, atuou na defesa dos direitos indígenas em tribunais nacionais e internacionais, incluindo o Supremo Tribunal Federal e a Corte Interamericana de Direitos Humanos. Foi coordenador jurídico da APIB e secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas antes de assumir a chefia da pasta em 2026.
Giovanna Nader é atriz, apresentadora, escritora e comunicadora socioambiental. Formada em Administração pela ESPM e pós-graduada em Branding em Barcelona, ela une criatividade e informação para inspirar mudanças reais. É a criadora de O Tempo Virou, plataforma de narrativas climáticas que engloba eventos, documentários e podcasts de conscientização ecológica.
Giovanna utiliza a arte para amplificar a pauta do clima, destacando-se nos palcos com os espetáculos teatrais És tu, Brasil? (uma biografia política sob o viés climático) e Temporal.
Helena Gualinga é uma proeminente ativista ambiental e defensora dos direitos indígenas da comunidade Kichwa de Sarayaku, na Amazônia equatoriana. Filha de lideranças dedicadas à preservação ambiental, Helena ganhou projeção internacional ao expor os impactos da exploração petrolífera e do extrativismo em territórios ancestrais. Com forte atuação em fóruns globais, como as COPs da ONU e o Fórum Econômico Mundial, ela conecta a justiça climática à proteção dos povos originários, consolidando-se como uma das principais vozes da nova geração no ativismo global.
Isabella Noero é uma produtora cultural e estrategista criativa colombiana com mais de uma década de experiência unindo arte, narrativa e ação climática. Através do seu trabalho no Earthrise Studio e em múltiplas Cúpulas do Clima da ONU (incluindo a COP26, COP27, COP28 e COP16), ela moldou narrativas em torno da mudança de sistemas, liderança indígena e justiça climática em colaboração com grandes fundações filantrópicas, veículos de mídia e instituições culturais. Recentemente, ela fundou a ÚNA com a visão de tecer a sabedoria ancestral e a cultura moderna por meio de experiências imersivas que amplificam vozes sub-representadas, forjam novos caminhos na filantropia e ativam uma comunidade global.
João Paulo Capobianco é biólogo, ambientalista e Ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Com doutorado em Ciência Ambiental pela USP e passagens pela Universidade de Columbia, possui uma trajetória histórica na formulação de políticas públicas de conservação.
Foi Secretário-Executivo da pasta, coordenando os primeiros planos de controle do desmatamento na Amazônia. No terceiro setor, ajudou a fundar a Fundação SOS Mata Atlântica e o ISA. É autor de diversas obras, vencedor do Prêmio Jabuti e atuou como Presidente da COP15 da Convenção de Espécies Migratórias.
José Manuel Durão Barroso é um influente político e diplomata português, com destacada atuação na governança global. Formado em Direito pela Universidade de Lisboa e com mestrado por Genebra, foi o 114.º Primeiro-Ministro de Portugal (2002–2004).
Presidiu a Comissão Europeia por uma década (2004–2014), liderando o bloco durante a ratificação do Tratado de Lisboa e a crise da Zona Euro. No setor privado, foi Chairman do Goldman Sachs International e presidiu a Aliança Global para Vacinas (Gavi). Em 2026, assumiu a presidência da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).
Juan Carlos Jintiach Arcos é uma influente liderança indígena equatoriana do povo Shuar e referência global na defesa da Amazônia. Formado em Manejo de Recursos Naturais pela USFQ, atua como Secretário-Executivo da Aliança Global de Comunidades Territoriais (GATC) e assessor da COICA, articulando a proteção de florestas tropicais.
Copresidente do caucus indígena na UNFCCC, possui papel ativo na diplomacia climática da ONU. Por seu trabalho em direitos territoriais e governança socioambiental, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 2023 e listado entre os 100 líderes climáticos mundiais.
Juliana Souza é advogada, estrategista e Presidente Fundadora do Instituto Desvelando Oris. Mestre em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades pela USP e graduada em Direito pela PUC-SP, a advogada responsável pela condução do caso que resultou na maior condenação por racismo e injúria racial da história do Brasil. Autora do livro "Torrente Ancestral", Juliana foi eleita uma das 15 Mulheres Mais Poderosas do Brasil pela Forbes (2025) e vencedora do Prêmio Cláudia de Trabalho Social (2025). Integrou a Powerlist (2022 e 2024) e a lista do MIPAD/ONU (2024).
Kamila Camilo é uma empreendedora social negra e brasileira, dedicada a conectar grandes organizações a movimentos de base para impulsionar ações climáticas de impacto. Como fundadora do Instituto Oyá e da iniciativa Creators Academy, ela lidera uma rede de 120 influenciadores que alcançam mais de 12 milhões de pessoas no Brasil. Atualmente, Kamila integra os conselhos dos Institutos Talanoa e Igarapé, startup social Arredondar e delegação brasileira do W20 em 2024, grupo de interesse focado em gênero para aconselhamento do G20. Kamila colabora com a GainForest para impulsionar soluções climáticas baseadas em dados e IA.
Lucas Wosgrau Padilha é advogado, internacionalista e gestor público. Mestre pela Universidade de Pequim e graduado pela FGV, possui sólida formação em direito econômico e geopolítica asiática. Na gestão pública do Rio de Janeiro, exerceu cargos estratégicos, atuando como Secretário de Meio Ambiente e Secretário da Casa Civil.
Nesta última, presidiu o comitê responsável pela organização da cúpula do G20 na capital fluminense. Atualmente à frente da Secretaria Municipal de Cultura, Padilha também integra redes globais de liderança jovem, como o Club de Madrid e o Observa China.
Marcelo Thomé trabalha pelo desafio de pensar, defender e contribuir
para a construção da indústria brasileira e, muito especialmente, para
o desenvolvimento sustentável da Amazônia, com inovação,
crescimento econômico, inclusão das comunidades e conservação da
floresta.
É presidente da FIERO - Federação das Indústrias do Estado de
Rondônia, Vice-Presidente da CNI - Confederação Nacional da Indústria e
Diretor Executivo do Instituto Amazônia+21.
Mariana Barbosa é advogada, possui mestrado em Gestão de Mudanças Ambientais pela Universidade de Oxford (2011) e mestrado em Direito, com especialização em Direito Ambiental, pela Universidade da Califórnia - Berkeley (2012). Antes de ingressar na re.green, Mariana atuou como advogada ambiental em escritórios de advocacia brasileiros, concentrando-se em processos para reparação de impactos socioambientais e projetos envolvendo geração e negociação de créditos de carbono. Desde 2022, ela atua como Diretora Jurídica e de Relações Institucionais na re.green, onde dedica-se a questões legais e regulatórias da empresa, assim como a assuntos relacionados a políticas públicas e à estratégia de impacto socioambiental.
Peter Thomson é um diplomata fijiano e referência global em governança e conservação marinha. Formado pela Universidade de Auckland com pós-graduação em Cambridge, atua como o primeiro Enviado Especial do Secretário-Geral da ONU para os Oceanos, liderando a implementação do ODS 14.
Teve papel histórico como Presidente da Assembleia Geral da ONU (2016–2017) e Embaixador de Fiji junto à organização. Presidiu o G77 e a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos. Cofundador do Friends of Ocean Action, Thomson é uma das vozes mais ativas do mundo pela economia azul e proteção climática.
Sonia Guajajara é uma liderança indígena brasileira e referência global em justiça climática. Nascida no Maranhão, formou-se em Letras e Educação Especial. Foi coordenadora da APIB e, em 2018, tornou-se a primeira indígena a disputar a vice-presidência. Eleita deputada federal por SP em 2022, assumiu como Ministra dos Povos Indígenas em 2023, destacando-se na retomada de demarcações e no apoio ao povo Yanomami.
Reconhecida nas listas TIME 100 e BBC 100 Women, atualmente exerce seu mandato na Câmara dos Deputados em Brasília, onde se prepara para disputar a reeleição em outubro de 2026.
Juan Carlos Jintiach Arcos é uma influente liderança indígena equatoriana do povo Shuar e referência global na defesa da Amazônia. Formado em Manejo de Recursos Naturais pela USFQ, atua como Secretário-Executivo da Aliança Global de Comunidades Territoriais (GATC) e assessor da COICA, articulando a proteção de florestas tropicais.
Copresidente do caucus indígena na UNFCCC, possui papel ativo na diplomacia climática da ONU. Por seu trabalho em direitos territoriais e governança socioambiental, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 2023 e listado entre os 100 líderes climáticos mundiais.
Juliana Souza é advogada, estrategista e Presidente Fundadora do Instituto Desvelando Oris. Mestre em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades pela USP e graduada em Direito pela PUC-SP, a advogada responsável pela condução do caso que resultou na maior condenação por racismo e injúria racial da história do Brasil. Autora do livro "Torrente Ancestral", Juliana foi eleita uma das 15 Mulheres Mais Poderosas do Brasil pela Forbes (2025) e vencedora do Prêmio Cláudia de Trabalho Social (2025). Integrou a Powerlist (2022 e 2024) e a lista do MIPAD/ONU (2024).
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